Soneto à Primavera

 

Trago sonhos e esperança
Trago o gosto amargo da vida
Sugo e seguro todo peso que a alma alcança
E solto o resto em paz, sem despedida.

Trago pra mim e compartilho
Pois tudo o que é bom não se deve guardar
Seja a doce alegria que em mim tem o brilho
Ou a dor que no fim de tudo tem muito a ensinar

Trago História
Trago Luta
Trago Lagrimas

Trago amores
Trago vida
Trago Flores

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