Cada um. Todos nós

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Vá lá, que todo mundo tem seu jeito.

  Cada um tem seu começo, seu recomeço e até mesmo uma parada insistente que parece o fim de linha mais provável de um bela história que nunca existiu.

  Mas acredite, no meio da confusão que é nascer, respirar, comer, dormir, sonhar, levar um toco, comer, sofrer, sorrir, respirar, sufocar e todos os outros verbos impostos, ainda existe espaço para manter a dignidade e rebobinar a fita.

  É engraçado, mas aquela vida perfeitinha de quem parece estar seguindo a coisa certa nem sempre é aquela coisa invejável que a gente imagina. E o melhor é que, se de fato é, é porque o feliz apanhou tanto que aprendeu a ver as coisas do jeito certo. Bem, apesar de falar tudo isso eu ainda não cheguei lá… Mas eu realmente espero.

  Espero olhar pra trás e me orgulhar de alguma coisa nessa bagunça em que ando me arranjando. Espero enxergar o amor nas coisas que hoje vejo. Espero manter a fé nas arvores que falam e num mundo que apesar de distante, se acende dentro de mim. Espero reviver o que dizem nos livros, e sentir no peito o calor de uma boa história. Espero olhar pro lado e ver os amigos que mudaram minha vida. Espero não ter que esperar, mas talvez só mesmo exercitar tudo isso que me faz feliz com as coisinhas que parecem minúsculas. Espero nunca perder o sentido.

  Todo mundo tem seu jeito, todo mundo tem sua opção, todo mundo sofre, crê, espera, sonha e alcança o que realmente procura. Eu vou indo .

Pati Rodrigues

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