Na Infinidade Do Silêncio

Enquanto no escuro do meu quarto

Sinto o vazio de minha alma ruir meus pensamentos

É como uma faca que corta a carne

Separando em blocos distintos

O que eu sou

E o que eu devo ser

O ambiente não tem uma única gota de sonoridade

Mas uma multidão grita em minha mente

Fazendo uma pressão tão grande

Que meus olhos estáticos passam a enxergar no escuro

Eles veem, em blocos desiguais

Aquilo que eu sou

E aquilo que eu devo ser

Então, em uma soma de som e visão

Meus pensamentos tomam uma forma sólida

Minha pele responde ao momento

Se tornando sensível à minha paisagem sonora

Agora sinto intensamente

O Eu Sou

Tornar-me enfim o que eu devo ser.

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